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Marcelo Fróes, editor da Editora Sonora e do selo musical Discobertas, falando sobre o lançamento do livro: 1973..

Por: Elias Nogueira
Musical Sun, Rio de Janeiro-Brasil, data: 01/09/2014

Ano de grande movimentação no cenário musical brasileiro, 1973 ganha um inventário retratando cerca de 50 lançamentos do mercado fonográfico no livro “1973 – O ano que reinventou a MPB”.
Organizado pelo jornalista Célio Albuquerque e editado pela Sonora Editora, o livro aglutina nas suas 432 páginas as obras mais marcantes daquele ano contando com textos de alguns dos mais importantes jornalistas e críticos musicais brasileiros. São resenhas comentadas e feitas por Antônio Carlos Miguel, Silvio Essinger, Pedro Só, Beto Feitosa, André Cananéa, José Teles, Rildo Hora, Tavito, Sérgio Natureza, Regina Zappa, Roberto Muggiati, Moacyr Luz, Renato Vieira, e Ricardo Schott.
O incansável produtor Marcelo Fróes é responsável, também, pelo lançamento em CD do álbum, que até então só existia em LP, (Para detonar a cidade) de Jorge Mautner - compilado a partir de fitas encontradas por MF, o álbum duplo “Para detonar a cidade” (Discobertas) traz gravações ao vivo feitas no início de 1972. O Melhor é o conjunto de seis canções inéditas de Mautner.
Em conversa, Marcelo Fróes, editor da Editora Sonora e do selo musical Discobertas, fala sobre os lançamentos.

Marcelo Froes e Jorge Mautner - Foto: Elias Nogueira
A idéia
- “A idéia inicial foi do Célio Albuquerque, depois definimos juntos a lista de discos e os colaboradores.”
Vários colaboradores num livro só
- “Alguns foram colaboradores óbvios para certos discos, por afinidades com o artista ou com a produção. Outros escolheram os discos, e naturalmente diversos colaboradores do bom e velho International Magazine foram chamados.”
Livro "1973 – O ano que reinventou a MPB" - Foto: divulgação.
Ficou algum disco de fora?
- “Certamente que sim, o ano de 1973 foi extremamente rico. E houve o caso de artistas que por acaso não lançaram LP em 1973, como Erasmo Carlos e Jorge Mautner, por exemplo.”
Existe projeto para este segmento, tipo, outro ano em que a música tenha se destacado?
- “Não existe, mas certamente que tivemos outros anos prolíficos para a música brasileira – mas nenhum como 1973.”
Sobre o disco do Jorge Mautner, pode comentar?
- “Eu tinha há anos este registro de um primeiro show de Mautner, antes de ele ser contratado pela Philips. Sabia que tinha coisas interessantes, mas não imaginava tanto.
Ano passado comentei com Mautner, e finalmente em Janeiro sentamos para ouvir. Ele chorou, havia meia dúzia de canções inéditas no repertório que ele nem lembrava, tivemos que batizá-las e registrá-las. E aprontar esse lançamento urgente, por isso saiu em Abril para o Record Store Day. Foi um projeto bonito de se fazer. Mautner ficou muito feliz.”
A gravação ao vivo
- “Ele fez esse show, alguém o assistiu e resolveu contratá-lo... e então o show seguinte foi gravado, já com formato enxuto para caber em um LP e saiu por um selo da Philips chamado Pirata. A gravação que saiu agora, do show original era realmente inédita – nem Mautner conhecia!”
Websites: http://www.discobertas.com.br/ & http://br.linkedin.com/in/marcelofroes
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